Dia 03 de agosto (domingo), a partir das 17:00h, no salão vermelho, a volta de CLEIDE MORAES na Tuna Luso Brasileira.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
OBRAS NA TUNA III
Dia 03 de agosto (domingo), a partir das 17:00h, no salão vermelho, a volta de CLEIDE MORAES na Tuna Luso Brasileira.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Outros Clubes de Futebol do Pará
(Alenquer)2
) Sacramenta Esporte Clube (Belém)3
) Clube Júlio Cesar (Belém)
4) Foto do Atlético Liberato de Castro (Belém)

5
) Grêmio Desportivo dos Combatentes (Belém)
6) União Sportiva (Belém)

7
) Sport Clube Belém (Belém)Não posso negar que o futebol é uma de minhas paixões e o Liberato de Castro é o maior time que já defendi. A bem da verdade foi o único. Em 1965 eu dividia meu tempo entre uma comunidade hippie-carateca e o juvenil do Bólido do Guamá. Nunca fui muito à frente no esporte bretão. Abandonei uma promissora carreira como beque-central porque o departamento médico do clube não possuía a técnica necessária para curar uma frieira crônica que tinha no pé esquerdo. De fato, não havia DM no clube, apenas o massagista Mariano Bloonfield III, o Bandalheira. No tempo em que passava em tratamento ele me contava as histórias do clube, em especial o do time de 1927, terceiro colocado no grupo H da segunda divisão do campeonato paraense. Foi o escrete que mais deu alegrias à imensa torcida do clube. Muito do sucesso daquela equipe se deve à voluntariedade dos jogadores e, principalmente, dos esquemas revolucionários do técnico Izidoro Singular, uma lenda.
Eu me perdia naquelas causos de feitos heróicos. O modesto campo do Tambaqui Azedo, o "Remosão", era o palco os jogos do Liberato e das artimanhas táticas de Singular. Sabedor que seus comandados eram mais fortes na garra e determinação do que na habilidade e na técnica, o treinador armava o time para marcar com força e contra-atacar com velocidade. "Abre pelas pontas e fecha que nem leque", gritava o comandante à beira do gramado.
Na referida campanha de 27 o Liberato teve pela frente o Berabinha, o Santo Ambrósio e o Belém Wanderers. O primeiro jogo terminou 4 a 4 para o Berabinha. O centroavante Charles Uniforme, conhecido como o Galante por sempre usar brilhantina Glostora no cabelo, fez um dos gols ao aproveitar uma falha gritante do goleiro adversário. O outro tento do Liberato foi contra.
A segunda contenda foi com o Santo Ambrósio. Jogo, sob forte chuva e com uma marcação acirrada de ambos os lados. Aos 40 minutos do segundo tempo, aproveitando mais uma falha do arqueiro, Uniforme completou para o gol vazio. Foi um lance histórico porque foi a primeira vez que o Liberato fazia mais de dois gols numa só temporada. Uniforme já era cobrado pela torcida para figurar na seleção paraense e seu nome era visto pintados nas paredes: "Uniforme é Rei". No entanto, nos cinco minutos restantes o time oponente marcou três gols e fechou o placar.
O Liberato foi para a última partida precisando da goleada sobre os Ingleses para terminar para, através de uma combinação de resultados, se classificar para a fase seguinte. Os Wanderers eram os favoritos. Lógico. Clube de endinheirados, era o único que tinha um uniforme oficial, um luxo para a época, e podia alugar um bonde para levar os jogadores para os jogos.
Foi um embate magnífico e o final trouxe o melhor resultado da história do Liberato: 1 a 1. O placar estava a favor dos Wanderers até o último minuto, quando o center-four Lúcio Jennifer tabelou com o forward Sanfoneiro que cruzou na área. O goleiro dos Ingleses socou a bola e ela foi na nuca de Charles Uniforme. A pelota entrou mansinho do gol. Quando o juiz apitou o final a torcida mal podia acreditar. Não foi o suficiente pára classificar a equipe, mesmo assim ficou na memória.
Uniforme foi carregado em êxtase e ganhou um desconto vitalício na taberna local. Promoção que foi toda utilizada em gel de cabelo e conhaque Dois Irmãos. Izidoro Singular aproveitou a fama para se eleger vereador no ano seguinte. Um ano depois ele foi afastado por causa de denúncias da cabotinismo.
Nunca Mais o Liberato de Castro conseguiu feito igual e até hoje esse time, chamado na época de a Panóplia Delirante por causa de seu brasão psicodélico, é cantado em verso e prosa na periferia da cidade."
Sport Clube Belém
Ranking da CBF
Posição: 278º
Pontuação: 2 pontos
Fundação: 25/01/1925
Cidade: Belém/Pa
Estádio: Não tem
Fundação: 16/09/1950
Cidade: Alenquer-Pa
Estádio:
Uniforme:
União Sportiva (Clube extinto)
A União Esportiva é um clube brasileiro de futebol já extinto, da cidade de Belém, capital do estado do Pará. Usava como uniforme camisa com listras verticais pretas e branca, calção branco e meias pretas. Mandava seus jogos no estádio Baenão.
Foi fundada no dia 15 de agosto de 1906. Foi o primeiro vencedor do campeonato estadual de futebol em 1908. O clube deixou de existir no ano de 1967, ao entrar numa grave crise financeira.
Títulos Estaduais
Campeonato Paraense: 2 vezes (1908 e 1910).
Vice-Campeonato Paraense: 2 vezes (1923 e 1929).
Grêmio Desportivo dos Combatentes
Fundação: 24/02/1959, sucedeu à Associação dos Ex-Combatentes do Brasil (fundada em 09/02/1951)
Cidade: Belém-Pa
Estádio:
Fundação:
Cidade: Belém-Pa
Estádio:
Uniforme: verde e branco
Fundação:
Cidade: Belém-Pa
Estádio:
Uniforme:
terça-feira, 22 de julho de 2008
SAIBA A ORIGEM DO SENADINHO DA TUNA
Como saudosos “senadores” lembramos: Antonio Maria Fidalgo, Abelardo (Juvenil) Vasconcelos, AlbertoVieira de Souza, Antonio Fragoso, Alvaro Farias Coêlho, Edgard Mattar, Edmar Pereira, Fausto Santos, Fernando Pingariho, Flavio Rodrigues, Francisco Carrapatoso, José Fernando Rodrigues, Laurenio Rocha, Francisco Almeida, Raimundo Almeida, Francisco Ferreira(Zé Rato), Manoel da Fonseca, Manoel Oliveira, Mario Raimundo Fidalgo, Orlando Porto Neves, Raimundo Dantas, Raul Novais, Vasco Elídio Cavalcante, Waldemiro Martins Gomes.
Por: GB -Péricles da Motta Oliveira (Belém, 03 de fevereiro de 2008)
segunda-feira, 21 de julho de 2008
PARQUE AQUÁTICO DA TUNA EM AGOSTO

A Tuna Luso Brasileira deverá inaugurar, até o final do mês de agosto, o seu tão sonhado PARQUE AQUÁTICO que será totalmente custeado pela comunidade luso-brasileira, atualmente sob a presidência do Sr. João Pisco, sem custo nenhum para a Tuna. O valor estimado do parque é de R$25.000,0o.
Em breve outras melhorias serão implementadas no clube através de parcerias e doações para pintura geral da sede social, reformas da boite e de outras instalações.
Aguardem!
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Para colocar no seu time de botões


Para escolher outros times acesse o endereço que se segue:
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEii44VIWtbULH2j67XeKC9wQm0KZtpFgNR8NAzTQAPzptX71K6vIjzM3w5ZSTlbKvS0IZy9_9udVtGJG1PWYXb4KxlQiXwYLSurzfN2qqXnKtppWKzFoyh5I6VQP0LHecsT8tajK2Vxqv8D/s320/Tuna-Luso.jpg&imgrefurl=http://jogodebotao.blogspot.com/&h=126&w=320&sz=18&hl=pt-BR&start=129&sig2=T-ysPq4r9-tlsN59A2I3Zg&um=1&tbnid=qOGvADHU0vDlxM:&tbnh=46&tbnw=118&ei=SNV_SJTTIIfi1waIjPXWCQ&prev=/images%3Fq%3Dtuna%2Bluso%26start%3D120%26ndsp%3D20%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN
Um bom exemplo nunca é demais!
terça-feira, 15 de julho de 2008
Novas opções na Tuna Luso para as férias de julho
quarta-feira, 9 de julho de 2008
OBRAS NA TUNA II
Em complemento a campanha lançada no orkut ontem, 08/07, seguem algumas fotos de locais diversos da sede da Tuna Luso, incluindo a sede náutica, antes tidas como as mais modernas do Pará e de toda a região norte. As fotos foram tiradas recentemente e mostram a preoculpante realidade vivida pelo clube que precisa imediatamente dar atenção a seu patrimônio. As duas últimas fotos mostradas são do local escolhido para ser construido o chuveiro coletivo para os atletas das escolhinhas de base, localizado ao lado do campo auxíliar, próximo da atual lavanderia.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Audiência Pública discute esporte de Remo
Técnicos e atletas apresentaram alguns problemas vividos pelas garagens náuticas dos clubes como a falta de material de treinamento, problemas estruturais nas sedes e a falta de recursos financeiros para manter em funcionamento a prática do esporte de remo na capital paraense.
O Secretário de Esporte e Lazer manifestou todo apoio do Governo do Estado através sa SEEL ao esporte e prometeu ainda este ano atender as reivindicações dos clubes para manter o esporte de remo com mais apoio do Governo.
No final da audiência, foi realizado uma visita nas Sedes Náuticas dos Clubes com o Secretário Alberto Leão e o Deputado Robgol com a finalidade de ver de perto as condições que se encontram os clubes paraenses.
OBRAS NA TUNA I
[Campanha] Obras da ATAT
Como no outro tópico (criticar é facil) se abriu uma discussão para a melhoria da estrutura da Tuna em relação a construção de novos chuveiros para nossos atletas, a ATAT lança nesse mês de Julho uma campanha para arrecadar fundos e materias para começar logo essa reforma.
Manoel Maria em Belém

Quando viu aquele moleque cabeçudo e moreno jogar, pegou o telefone e ligou para o amigo Edison. Tinha que levar o jovem atleta para a Vila Belmiro. Juntos, Mané e Edison foram à casa do boleiro. Naquele mesmo ano, Robson de Souza, o Robinho, vestiu a camisa do Santos pela primeira vez, graças ao olhar atento do ex-jogador paraense Manoel Maria, o Mané, e a seu amigo Edison, o Pelé.
A carreira do ponta-direita mocorongo não foi tão gloriosa quanto a do pupilo Robinho, mas, sem dúvida, foi meteórica. Mané Maria deixou o futebol da Tuna Luso e foi direto para a Seleção Brasileira Pré-Olímpica, em 1968. Defendeu a camisa verde-amarela no México e, quando voltou, substituiu Dorval no mesmo Santos em que Pelé jogou.
Em pouco tempo, e sem jogar em Remo e Paysandu, Mané se tornou um dos poucos representantes paraenses que defenderam a Seleção. Pelo Alvinegro, conquistou o bicampeonato paulista em 1968 e 1969 e se tornou um dos maiores ídolos santistas. Mas, nos anos seguintes, sofreu um acidente de carro e nunca voltou a jogar como antes.
Depois do triunfo, a decepção. Mané ainda venceu o terceiro Campeonato Paulista, em 1977, mas deixou os campos de lado cinco anos depois. Mas, o futebol, Mané nunca largou. Só que o ídolo da Vila Belmiro ainda tinha grandes feitos pela frente. Virou técnico das bases e, depois, olheiro do Alvinegro. Foi numa dessas peneiras que descobriu Robinho.
Manoel Maria encerrou a carreira como jogador há mais de 30 anos. Ainda assim, mantém a Escolinha de Futebol Manoel Maria, em Santos. Mané veio a Belém para lançar o Grupo de Trabalho da Copa do Mundo de 2014 e concedeu entrevista exclusiva a O LIBERAL. O ex-jogador paraense falou sobre as mudanças no futebol nos últimos 30 anos e comentou a possibilidade de Belém sediar o Mundial.
Você jogava como ponta-direita. Onde essa posição ficaria no futebol atual?
Seria um atacante, não é?
Do que sente falta no futebol atual?
-De uma 'caneta', de um drible. Antes, havia mais lançamentos. Hoje, isso é mais difícil. São jogos mais cadenciados. Os jogadores mal dominam a bola.
E qual o ponto positivo agora?
-Todos, na verdade. O futebol mudou em relação à marcação, mas os jogadores têm de se adaptar. Os atletas, hoje, estão bem mais preparados.
Sobre a Copa do Mundo de 2014, você acha mesmo que Belém tem chance de ser sub-sede?
-As chances são muito grandes. Até porque há vontade de ter uma sede no Norte. Belém tem um dos cinco melhores campos, o que credencia a cidade a ser favorita.
Isso é suficiente para trazer o Mundial?
-No Pará, a paixão pelo futebol é muito grande. A rivalidade entre Remo e Paysandu, o Brasil todo vê. O fato de ter bastante torcida faz com que o Pará seja percebido.
Mas também falta muita coisa, não?
-Falta estrutura. E bastante. Tem de se investir em hotéis, centros de treinamento, no transporte. Só que todas as capitais precisam disso. Não é só Belém.
Você falou que o Brasil nota o futebol paraense. Você acompanha Remo e Paysandu?
-Sempre. Estou sabendo que o Remo ganhou. Já sei da crise financeira, da falta de pagamentos. Mas não é um mal só daí. O Palmeiras também está com esse problema.
Depois da Tuna, você é Remo ou Paysandu?
-Sou a favor do futebol paraense em geral. Sou Remo, Paysandu, Tuna. O que interessa é o futebol do Pará esteja em alta.
Manoel Maria parou de jogar bem antes do que imaginava, mas não perdeu o faro de gol. Fora dos gramados, especializou-se em pinçar craques no meio da turba de peneiradas na Baixada Santista, onde fixou residência. Foi numas dessas partidas entre centenas de garotos que ele 'descobriu' mais um garoto prodígio para a Vila Belmiro.
Robinho é brilho nos olhos de Manoel Maria. Graças ao ex-jogador, o garoto mirrado e cabeçudo, ainda pré-adolescente, pôde iniciar a carreira no Santos e, medidas as proporções, lembrar a Pelé, nem que fosse pelo biotipo.
Contudo, Robinho foi além, como esperava Manoel Maria. Deslanchou na Vila Belmiro, que ficou pequena. Foi para a Seleção Brasileira e passou a distribuir suas pedaladas no Real Madrid.
PERSONAGENS DA HISTÓRIA DA TUNA FRANCISCO MOREIRA VASQUES

http://br.youtube.com/watch?v=BCY7H47yQfM
Nascido em 04 de setembro de 1895, na cidade do Porto (Portugal), filho de José Vasques e Anna Moreira Vasques. Veio para o Brasil aos 11 anos de idade para trabalhar com seu tio e padrinho que era dono do estabelecimento "LE BON MARCHÉ". Alguns anos depois casou-se com Cecilia Amélia Cabral Vasques com que teve três filhos (Celeste Claudia, Claudio Luzo e Carlos Luzo, o "Caluga". Carlos Luzo teve sete filhos de 2 casamentos (Cecilia Hortencia, Celina D Fátima, Francisco Carlos, Regina, Claudia Nazareth da Penha, Lucia Helena e João Felipe) que deram a Francisco Vasques nove bisnetos e 2 tataranetos do filho de Celina Vasques, que atualmente reside em Manaus.
Vasques foi figura das mais representativas dos esportes do norte do Brasil e elo de união entre dois povos e muitas gerações. Sua vida foi dedicada ao clube e passava as noites, de domingo a domingo, na sede da Tuna, quando ainda era na avenida Presidente Vargas, de onde também saiu o seu enterro no dia 30 de setembro de 1964. Sua morte e velório foi uma verdadeira comoção em Belém do Pará, sendo que outro enterro de tais proporções somente o de Magalhães Barata. Uma multidão acompanhou o cortejo à pé e Celina Vasques, sua neta, conta que estava lá e também acompanhou o enterro.
Francisco Vasques escrevia matérias para os jornais A FOLHA DO NORTE, A PROVÍNCIA DO PARÁ e JORNAL DO COMÉRCIO, todos de Belém, com o pseudo nome de "RATÃO BRANCO".
Colaboração: Celina Vasques, de Manaus.
terça-feira, 1 de julho de 2008
MAIS DOIS QUE SE FORAM!
Dudu ganhou direitos federativos na Justiça do Trabalho após ficar três meses sem receber salários de 400 reais mensais da Tuna. Houve a reclamação trabalhista do jogador e o clube ainda tentou reverter a situação depositando os valores em juízo. Mas o TRT deu ganho de causa ao meio-campista, que foi revelado no futsal da própria Tuna. Os salários de Dudu na Ponte Preta não foram revelados, mas de acordo com sua mãe, Ana Rosa, o acerto foi satisfatório.
Japonês - Já nesta terça-feira é a vez de Japonês, na realidade Cristian Fiel Ferreira, seguir para Porto Alegre (RS) para se apresentar ao Internacional, seu novo clube. O ex-meia da Tuna, a exemplo do amigo Dudu, também ganhou passe livre na Justiça, ontem. Japonês foi indicado pelo coordenador de base do Inter, Guto Ferreira, que veio a Belém para assistir jogos do meio-campista. Japonês, inicialmente, será integrado ao time sub-20 do Colorado.
Canadá - O futebol canadense é novo eldorado paraense. Virou refúgio de jogadores do Japiim. Além de Helinho, mais três jogadores do Castanhal viajaram para tentar a sorte naquele país. O lateral Fite, o zagueiro Anderson e o atacante Dênis. Também existe possibilidade de Neném Apeú entrar na barca castanhalense. O jogador aguarda contato com o empresário que cuida dos interesses do meia Helinho.


