segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Início de temporada sem vitória para a Tuna Luso

Após 3 jogos oficiais realizados nesta temporada de 2008, sendo 2 pelo campeonato paraense contra Tiradentes (0X0) e Pedreira (2X2) além de 1 pela Copa do Brasil contra o Coritiba (0X0), a Tuna Luso contabiliza agora 3 empates e a certeza de que precisa imediatamente de reforços em algumas posições se quiser chegar entre os 4 finalistas.
Repetindo a campanha do segundo turno do campeonato paraense de 2007, onde conseguiu muitos empates e poucas vitórias, a Tuna continua sem vencer jogos oficiais em 2008. Empatou novamente ontem com o Pedreira pelo placar de 2 a 2, pela segunda rodada da fase principal do Campeonato Estadual.
O resultado do jogo contra o Pedreira teve sabor de derrota para a Tuna pois vencia o jogo por 2 a 1, perdeu muitos gols e ainda teve um jogador a mais em campo quando cedeu à igualdade. Segundo o técnico Carlos Lucena, ao final do jogo, comentou que os times jogaram iguais e o resultado foi justo.
O time da Tuna, apesar de mais um empate, apresentou diante à sua torcida uma pequena evolução em relação ao jogo de estréia. Teve uma maior presença em campo, atacou muitas vezes, mas a falta de um líder em campo e a pouca experiência de alguns jogadores fez com que vários gols fossem perdidos, fazendo falta no final. O Pedreira fez uma boa partida, sobretudo depois do empate quando apertou o cerco e ainda teve um suposto pênalti a seu favor, que o árbitro Olivaldo da Silva Moraes deixou passar em branco.
O jogo iniciou morno e sem muitas emoções para os 516 pagantes (tinha mais de 1.000 pessoas no Souza!), tendo a Tuna melhorado um pouco após sofrer o primeiro gol, partindo para cima do Pedreira que acabou cedendo o empate e a posterior virada da Lusa. No segundo tempo o Pedreira recuou seu time e ainda teve o volante Euber expulso, ficando com um jogador a menos. Mesmo com a superioridade numérica e maior volume de jogo, os atacantes Lusos não souberam se aproveitar e acabaram cedendo o empate no final do jogo, através de Baiano, para alegria da pequena torcida do Gigante da Ilha presente no Souza.
A sorte não estava mesmo do lado Luso e no último minuto de jogo Hugo Deleon cruzou para dentro da área do Pedreira mas a bola passou por toda extensão da área sem que Robson Alex e Zé Augusto tocassem para dentro. Final Tuna 2 x 2 Pedreira.
FICHA TÉCNICA DO JOGO
TUNA: Jackson Souza; Hugo Deleon (Japonês), João Gomes, Alex Rava e Jonhy; Wilson, Jackson Braga, Pelezinho e Marcelinho (Fabinho); Índio (Zé Augusto) e Róbsn Alex. Técnico: Carlos Lucena.
PEDREIRA: Sérgio; Marcelinho, Júnior, João Paulo e John Bahia; Euber, Marlindo, Tité ( Júnior Moraes) e Três (Maurício); Diego Índio (Totó) e Baiano. Técnico: Almeida Cambalhota.
Cartões: amarelo - Alex Rava, Jonhy, Pelezinho (Tuna); Marcelinho, João Paulo e Marlindo (Pedreira) Cartão vermelho - Euber (Pedreira)
Árbitro: Olivaldo da Silva Moraes
Renda: R$4.570,00
Público: 516 pagantes
Gols: Pedreira 1 a 0, Júnior, 16' do 1º tempo/Tuna 1 a 1 Robson Alex, 27' do tempo/ Tuna 2 a 1 Robson Alex, 43' do 1º tempo; Pedreira 2 a 2 Baiano 28' do 2º tempo.

Copa do Brasil: Tuna 0 x 0 Coritiba








Visão de casa

Quem imaginava que a Tuna Luso daria adeus à Copa do Brasil no jogo de ontem à noite, contra o Coritiba-PR, caiu do cavalo. A Lusa não obteve uma vitória, mas garantiu o empate sem gols, o que deu ao time paraense o direito de decidir a classificação no jogo de volta, dia 27, no estádio Couto Pereira, em Curitiba.
Para chegar à próxima etapa da competição, a Águia terá de vencer ou mesmo arrancar um empate com gols. Um novo empate em 0 a 0 levará a decisão para os pênaltis. O time classificado pegará, na segunda fase, o vencedor de Maranhão e São Caetano-SP.
Como já era esperado, o público não compareceu ao Mangueirão. Apenas 1.125 torcedores pagaram ingressos. Prejuízo certo para a diretoria tunante, que só de aluguel de estádio terá de pagar R$ 10 mil.
O Coritiba começou a partida tomando a iniciativa do ataque. A Lusa se fechava, evitando de todas as formas as investidas do adversário. Mas o time paranaense precisou de criatividade em seu setor de meio-campo que desse velocidade ao ataque.
Apesar da disposição de ambos os lados, os goleiros apenas assistiam ao jogo no primeiro tempo. A partida ficou restrita ao setor de intermediária, com os times mostrando muita correria e pouco futebol.
Apesar de superior, a Águia do Souza levou um susto em lançamento para Henrique Dias. O goleiro Jackson se antecipou e evitou o gol.
A resposta tunante veio em lances concluídos por Marcelinho, após passe de Zé Augusto, e Fabinho, que em chute colocado quase abre o placar. O goleiro Édson Bastos, com a ponta dos dedos, afastou o perigo.
O Coritiba sentiu a pressão da Tuna, que quase marca aos 34 minutos. Jackson cobrou falta e a bola explodiu no travessão.
Goleiro tunante garante que deu a volta por cima e chora
O goleiro Jackson Souza, da Tuna, deixou o gramado do Mangueirão, ontem à noite, após a partida contra o Coritiba, chorando. Ele chegou a pensar em encerrar a carreira depois de passar por necessidades em seu ex-clube, o Remo.
"Lá no Baenão cheguei a passar fome. Fui incentivado a deixar de jogar futebol e procurar uma outra profissão. Mas decidi continuar apostando no meu potencial e hoje (ontem) pude ajudar a Tuna nesta partida", declarou o arqueiro, que não chegou a ser muito exigido pelo ataque adversário.
Contidas as lágrimas, Jackson avaliou a possibilidade de a Lusa chegar à segunda fase da Copa do Brasil no jogo de volta, em Curitiba, dia 27. "Acho que temos todas as condições de chegar lá e desbancar o Coritiba. Claro que vamos precisar jogar futebol, já que na casa deles vamos ter a pressão da torcida", observou o goleiro.
Enquanto Jackson era só choro, o técnico Carlos Lucena, para não fugir a regra, abriu mais uma vez o 'bocão', criticando aqueles que não apostavam no futebol tunante. 'Ouvi muita gente dizendo que nosso time seria eliminado logo nesse primeiro jogo. São pessoas que só pensam no pior para o nosso futebol, mas a nossa equipe foi guerreira e mostrou que não se vence de véspera e nem com nome. É preciso ter futebol', desabafou.
FICHA TÉCNICA DO JOGO
Tuna Luso: Jackson Souza; Hugo Deleon, João Gomes, Alex Rava e Johnny; Wilson, Jackson, Pelezinho e Marcelinho (Japonês); Índio (Zé Augusto) e Róbson (Fabinho). Técnico: Carlos Lucena.
Coritiba: Édson Bastos; Jeci Mauro, Maurício, Nenê e Pedro Ken; Veiga, Douglas Silva (Leandro), Henrique Dias (Renatinho) e Marlos; Rubens Cardoso e Léo (Matheus). Técnico: Dorival Júnior.
Local: Mangueirão
Renda: R$ 6.810,00
Público: 1.125 pagantes
Árbitro: Washington Alves de Souza (AM).
Cartões amarelos: Hugo Deleon, Alex Rava, Johnny e Wilson (Tuna Luso); Jeci Mauro, Maurício, Pedro Ken, Leandro e Rubens Cardoso (Coritiba).
(Fonte: Amazônia Hoje – 14/02/2008)

Opinião deles

Não foi a estréia dos sonhos, mas poderia ter sido pior. O Coritiba iniciou a sua caminhada na Copa do Brasil 2008 com um empate sem gols com a Tuna Luso-PA em Belém. Em um jogo no qual a torcida local não foi ao Estádio Mangueirão, o bom futebol também esteve ausente, e em alguns breves lampejos, o Verdão até poderia ter conseguido a vitória. Pelo menos por um gol.
Entretanto, os visitantes não conseguiram empurrar a bola para dentro do gol nas poucas chances criadas, sobretudo no primeiro tempo. As chances de conseguir vencer e eliminar a partida de volta em Curitiba ficaram ainda mais distantes no segundo tempo, quando a Tuna Luso cresceu no jogo, deixou de só se defender, e fez o goleiro Édson Bastos trabalhar, com direito a bola na trave.
Tuna Luso cresce e complica a partida
Sem se impressionar com o futebol mostrado pelo Coritiba, o técnico Carlos Lucena, da Tuna Luso, colocou a sua equipe no ataque no segundo tempo. É verdade que os primeiros 10 minutos foram todos do Verdão, mas depois disso os paraenses cresceram no jogo e equilibraram as ações.
Quando os donos da casa chegavam ao ataque e faziam o goleiro Édson Bastos trabalhar, o gol não saia e o Coxa logo partia para o contra-ataque, assustando o arqueiro Jackson Souza. Essa foi a dinâmica do segundo tempo em sua maior parte. A melhor chance da Tuna Luso veio aos 33 minutos, quando Jackson Braga cobrou falta e mandou uma bomba. A bola explodiu na trave.
Já o Alviverde teve uma única oportunidade mais clara de vencer já nos acréscimos, quando Pedro Ken bateu de dentro da área, e o goleiro da Tuna Luso fez uma grande defesa. Foi pouco, assim como o público: 1.199 pessoas presentes.
(Fonte: Gazeta do Povo)

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Estréia da Tuna Luso no Parazão 2.008



Hoje, com com a presença de um pouco mais de 1.000 torcedores no Souza, a Tuna Luso estreou no campeonato Paraense de 2.008. Na oportunidade, foi possível ver as obras da ATAT na arquibancada lateral, que estava praticamente lotada. Foi também, possível conhecer o novo uniforme para esta temporada, do fornecedor DITTZ, de Minas Gerais. Um uniforme muito bonito, que agradou os torcedores. No final da partida, um empate sem gols, sem desmerecer a equipe tunante. Na próxima quarta-feira, dia 13, a Tuna Luso joga com o Coritiba, pela Copa do Brasil.

TUNA joga em seu “Caldeirão”














Cruzmaltinos tentam vencer para justificar esforço para liberar o Souza
Depois de quase ser barrado de sediar a rodada de abertura do Campeonato Paraense, o estádio do Souza, da Tuna, vai ser o palco da estréia da Águia no Estadual, hoje, contra o Tiradentes, às 10h. Carlos Lucena, técnico tunante, sabe que a Águia entrará em campo como favorita, mas prefere confirmar o resultado com uma vitória. Já o Tigrão, que por pouco não se classifica à fase principal, quer mostrar que, apesar de não arranhar ninguém há muito tempo, manteve as garras afiadas. Os técnicos da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros que fizeram a vistoria no estádio tunante no meio de semana classificaram o Souza como parcialmente habilitado a receber a partida, o que implicou a redução da capacidade de público de 3.500 torcedores para 1.600 pessoas. A arquibancada dos fundos do estádio será isolada, pois ainda possui trechos que oferecem riscos a segurança do torcedor, como rampas de acesso que se encontram desgastadas. Em vista disso, a diretoria cruzmaltina colocará apenas mil ingressos à venda. O último jogo da Tuna no Souza por uma competição oficial ocorreu há quatro meses, pela Série C do Campeonato Brasileiro do ano passado, e terminou num empate de 0 a 0 com o Coruripe (AL), resultado que contribuiu para a eliminação da Lusa da Terceirona.

Gigantes do Norte X Futebol Feminino da Tuna

A domingueira no Souza começa às 9h, com a partida preliminar entre o time de futebol feminino da Tuna e o Gigantes do Norte, equipe de anões que fará a sua segunda exibição ao grande público no campo da Vila Olímpica. Se tudo correr bem neste jogo, partidas entre o Gigantes do Norte e convidados deverão anteceder os próximos jogos da Lusa no Estadual.

O time de anões terá: Telmo; Rafael, Ageu Sabiá, Capacidade e Ivan; Mineiro, Zéo, Anderson e Chimbinha; Wagner Love e Witch.

SERÁ QUE DÁ?

Mesmo desfigurada, Águia crê no sucesso.
“Todas as equipes são muito fortes, mas nós não ficamos atrás”, avisa o técnico Carlos Lucena, da Tuna, que mandará a campo hoje um time bem diferente daquele que foi vice-campeão paraense em 2007. Apenas o lateral-esquerdo Cassiá era titular na equipe que disputou as finais daquele campeonato com o Remo. Mesmo com um time jovem e sem estrelas, Lucena está otimista, especialmente porque a equipe deverá entrar em campo com a sua força máxima para faturar os três primeiros pontos no Campeonato Paraense. No coletivo apronto da última sexta-feira, o treinador fez a última mudança na equipe: sacou o meia Pelezinho, que manteve regularidade nos dois últimos treinos, e promoveu Flavinho, que se destacou ao marcar três gols durante o treinamento.

(Bola / Diário do Pará - 10/02/08)

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Lusa vai tentar acabar com 20 anos de 'fila'













As 'caras novas' formam 90% do grupo com o qual a Lusa vai tentar acabar com 20 anos de 'fila' pelo título estadual

Com elenco renovado 90% em relação ao plantel de 2007, a Tuna é uma incógnita no Campeonato Paraense. Apesar disto, a Lusa espera repetir a campanha anterior, quando conquistou o vice-campeonato e jogou de igual para igual contra Remo e Paysandu. Neste ano, sem os pratas da casa que carregavam o time, o técnico Carlos Alberto Lucena teve que correr atrás de novos valores. Ele garimpou um time recheado de caras novas, mas com muita vontade de brilhar. Com a saída do zagueiro Sérgio - foi para o Castanhal - João Gomes (zagueiro) e Cassiá (lateral) são os únicos remanescente da temporada passada. O tempo vai dizer se a Águia acertou na renovação.
A folha salarial da Tuna é de aproximadamente R$ 32 mil. O presidente Marcos Moraes entende que o clube não tem condições de pagar salários altos. Segundo ele, as despesas não poderão passar deste valor. Além disso, o clube possui poucos patrocinadores. O valor dos salários varia. Vai de R$ 1.200 a R$ 400. O salário de Carlos Lucena, de acordo com fonte lusa, é R$ 2 mil.
Carlos Lucena, 52 anos, lembra de 1988, quando a Tuna conquistou pela última vez o Parazão. Ele defendia o Santa Rosa, logo após ter deixado a Lusa. Vinte anos depois, Lucena tem a responsabilidade de comandar a Águia rumo ao título. Sem medo, o treinador afirma que não vê a hora de o campeonato começar. ‘’O campeonato já deveria ter começado. Estamos trabalhando quase 90 dias e vejo o pessoal mofino pela demora de correr atrás da bola, pois treino é treino e jogo é valendo três pontos’’, ressalta.
Sobre o que a Tuna pode fazer no campeonato, Lucena diz que seu time vai cumprir o papel de candidato ao título. ‘’São todos favoritos ao título. Ninguém é diferente do outro. Agora têm aquele time melhor preparado com poder de compra maior, como é o caso de Paysandu e Remo, mais isso não dá medo ninguém. Vamos incomodar os grandes. Seremos igual ao bem-te-vi. Vamos bicar muita gente’’, assegura.
Indagado sobre a possibilidade de o jovem elenco não suportar a pressão do Estadual, Lucena afirma que isto não vai acontecer. ‘’O time é jovem, mas possui jogadores experientes como o João Gomes, Alex Rava, Jackson e Cassiá, que dão o embasamento para a equipe. Vamos entrar pra disputar o título’’, avisa.

HISTÓRIA
A Tuna foi campeã paraense pela última vez em 1988. São 20 anos de jejum. O time daquele ano foi dirigido pelos técnicos Miguel Cecim (oito jogos) e Fernando Oliveira (17 jogos). A equipe base foi Jurandir; Jair, Belterra, Luiz Otávio e Jango; Edgar, Dema, Sanauto e Vicente (Ageu); Cabinho e Luiz Carlos (Gil Mineiro). A campanha lusa incluiu 25 jogos, sendo 14 vitórias, 10 empates e uma derrota para o Remo. O título foi ganho sobre o Paysandu, que não compareceu ao local do jogo para enfrentar a Águia.
Desde então, a Tuna vem batalhando para quebrar o tabu que já incomoda. Ano passado o time chegou perto. Carlos Lucena põe muita fé na juventude Lusa, cuja média de idade é de 22 anos. O mais novo jogador e Dudú, com 17 anos. O volante Jackson Braga, com 30 anos, é o mais velho do plantel.
Deleon tem novo lar
O lateral-direito Hugo Deleon, 21 anos, escolheu a Tuna para ser a sua futura ponte aérea. Ele sonha com o futebol tipo exportação, com apoio do empresário Osmar Leiva, que cuida da sua carreira. Revelado nas divisões de base do Pinheirense, de Icoaraci, o lateral chegou ao Paysandu em 2000.
Hugo Deleon disputou duas taças São Paulo de juniores, em 2005 e 2006. Jogou ao lado de Evandro, Anderson, Sílvio, Rafael Vieira, Wellington, Daniel, Felipe Pintinho, Felipinho. Rodrigo Félix e Rafael Oliveira. Destes, apenas Daniel, Rafael Oliveira e Vieira ainda estão na Curuzu. Hugo estava vinculado ao São Raimundo, de Santarém. Mas mediante a acerto com o diretor de futebol Sandcley Monte, rescindiu contrato para assinar com a Tuna, onde diz que sente-se muito bem, recebendo toda a confiança do técnico Carlos Lucena.
O lateral chegou na hora certa para o time, que tinha apenas o garoto Cléber, do time sub-20, para a posição. ‘’Quero meu espaço no time e vou brigar por ele. Nada de acomodação. Preciso mostar o melhor para poder pensar no futuro', diz. Lucena até brinca com Hugo, que está sendo alvo da mídia. ‘’Lá no Paysandu, ele não aparecia, mas aqui é todo mundo querendo fazer matéria com ele. Ainda falam que a Tuna não dá Ibope’’.

(O Liberal - 08/02/08)

Ninho da Águia é liberado











http://www.youtube.com/watch?v=u5tGfqD1-Xc
ALEGRIA, ALEGRIA!

Estádio Francisco Vasquez é liberado para os jogos da Tuna.
Os técnicos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, após vistoria, liberaram o estádio Francisco Vasquez (Souza) para receber o jogo de estréia da Águia no Estadual, no próximo domingo, às 10h, contra o Tiradentes. O técnico Carlos Lucena comemorou a habilitação da praça de esporte, ainda que parcial, já que a Tuna não tem caixa suficiente para bancar o aluguel do Mangueirão, onde teria de jogar se o Souza não fosse aprovado. Para domingo estarão à venda 1.600 ingressos, quantidade de público liberada pela vistoria. O tenente-coronel Edvaldo Sarmanho, da Polícia Militar e o tenente-coronel Carlos Daniel, do Corpo de Bombeiros, , afirmaram, durante a vistoria, que a diretoria da Lusa eliminou todas as pendências apontadas pela PM, localizadas, principalmente, nos pontos de acesso ao Estádio mas ainda precisará realizar reformas em sua arquibancada dos fundos, onde o torcedor ainda está sujeito a perigos como fiação exposta e sistema de guarda-corpos desgastado, além das rampas de acesso a essas arquibancadas, com excesso de limo e precisando de lavagem e receber reforma. Nesta manhã, a Tuna fará coletivo apronto para encarar o Tirandentes. Carlos Lucena poderá contar com o lateral-direito Hugo Deleon, que deverá ser confirmado com a camisa 2 da Águia. O zagueiro João Gomes, deverá entrar como titular no coletivo desta manhã.
Provável time da Tuna para domingo:
Jackson Souza; Hugo Deleon, João Gomes, Alex Rava e Cassiá; Jackson Braga, Wilson, Marcelinho e Pelezinho; Euber e Welington.
(Bola - Diário do Pará - 08/02/08)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

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ALANA, da Tuna, é a vencedora do Rainha Teen













Concurso Teen do Rainha das Rainhas do carnaval foi vencido pela candidata Alana Escudeiro, da Tuna Luso.

Beatriz e Alana eleitas rainhas mirim e Teen
Com direito a passarela para desfile, torcidas animadas, coreografia e prêmios, foi realizado, no dia 31, no Gold Mar Hotel, em Belém, a 19ª edição do concurso Rainha das Rainhas Mirim e Rainha das Rainhas Teen do Carnaval. No primeiro, concorriam meninas com idades entre 5 e 10 anos e, no segundo, adolescentes de 11 a 15 anos. As vencedoras, em cada categoria, foram Beatriz Damasceno, de 9 anos, representante da loja Porão Informática, e Alana Escudeiro, de 11, da Tuna Luso Brasileira.

As vitoriosas, Beatriz e Alana, desfilaram, respectivamente, as fantasias 'Belezas do Pará' (criação dos estilistas Florbela Noronha e Evandro Noronha) e 'As encantadas' (de Nildo Calandrini). O evento é uma promoção da Faísca Produções & Eventos e tem patrocínio das Organizações Romulo Maiorana (ORM). Podiam participar candidatas de clubes, empresas, escolas, representantes de municípios e também candidatas avulsas, por ser o certame aberto ao público. As rainhas em cada categoria recebem como prêmio uma viagem com acompanhante para Fortaleza, oferecida pela agência Aspen; jóias da Fábio Jóias; bolsas de estudo do Centro de Danças Ana Unger e da Cultura Inglesa; além dos troféus e faixas. O corpo de jurados, que teve como presidente a jornalista de O LIBERAL Yáskara Cavalcante, apreciou, entre outros, os quesitos fantasia, beleza e desembaraço/coreografia.
Segundo o promoter Edson Faísca, quase todas as meninas que participam das versões jovens acabam se tornando rainhas, princesas e candidatas no concurso adulto. A primeira que se tornou Rainha das Rainhas foi Carolina Venturieri, eleita em 1996. Outro exemplo é Maria Lúcia Azeredo, de 20 anos, que acabou como quarta princesa no concurso deste ano, pela Tuna. Ela fez uma apresentação especial ontem à noite. Antes do concurso foi realizada uma homenagem especial à jornalista Elanir Silva, a Lana, falecida no final do ano passado e que presidiu o júri do concurso durante quase 20 anos. Este ano, ela foi substituída por Yáskara Cavalcante.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Geovani, ex-jogador vascaíno sofre de POLINEUROPATIA
















Geovani luta para voltar a andar

Ex-vascaíno sofre com a polineuropatia e só consegue se mover com o auxílio da bengala.

O ex-meia Geovani, de 43 anos, anda com a ajuda de uma bengala.
Aos 43 anos, o ex-meia do Vasco e da seleção brasileira Geovani vive um drama. Após vencer a luta contra a polineuropatia, uma doença que afeta a coordenação motora, ele tenta voltar a andar normalmente.
Geovani só consegue se movimentar com o auxílio de uma bengala. Para tentar minimizar a dificuldade de locomoção, ele faz fisioterapia três vezes por semana. Mas não sabe se vai conseguir voltar a viver como antes.
- Estou me recuperando. Ficou uma seqüela que vai melhorar com a fisioterapia. Não tenho equilíbrio com a perna toda esticada. Mas estou andando com a ajuda de uma bengala.
Campeão mundial sub-20 em 1983, ao lado de Bebeto, Jorginho e Dunga, Geovani mora em Vila Velha, no Espírito Santo, e trabalha como subsecretário administrativo da Secretaria Estadual de Esportes. E tem o sonho de um dia voltar a jogar futebol com os amigos e os filhos nos fins de semana.
- Meu sonho hoje é voltar a jogar uma pelada. Sempre adorei isso e dá aquela vontade enorme. É difícil ficar longe da bola.
Geovani não se cansa de agradecer a Deus pela recuperação. E apesar do problema não perdeu o bom humor ao falar sobre a sua vida atualmente.
- Não cresci, mas engordei um pouco (risos).

O QUE É POLINEUROPATIA?

A polineuropatia é a disfunção simultânea de muitos nervos periféricos do corpo e possui muitas causas diferentes. Os dois mais comuns são o câncer, que pode provocar a doença através da produção de substâncias tóxicas, e um tipo de infecção provocado por toxinas produzidas por bactérias. A polineuropatia pode ser aguda e aparecer sem nenhum aviso, ou pode ser crônica e se desenvolver gradualmente ao longo do tempo. A doença pode causar a perda de movimento ou de sensação relacionados a uma inflamação de múltiplos nervos.

Após um período difícil, em que chegou até ficar em uma cadeira de rodas, o ídolo cruzmaltino busca recuperar a antiga rotina.
- Tento viver normalmente, visitar os amigos. Mas tenho dificuldade para andar. O importante é que a cura me foi dada por Deus. Agora só depende de mim. Em breve estarei bem. Tenho fé - disse.
Geovani ainda assiste aos jogos do Vasco pela televisão. E faz planos para voltar a São Januário. Ele gostaria de ver a reestréia de Edmundo, mas não sabe se vai conseguir por causa da doença.
- A última vez que fui a São Januário foi em 2005 para ver Vasco e Friburguense. Estive até no vestiário antes do jogo, e o Romário me disse que faria dois gols. E cumpriu. O Vasco goleou e ele fez dois - disse o ex-meia.
Geovani admira o Baixinho e lembra da convivência com ele em São Januário nos anos 80.
- O Romário nasceu para jogar futebol. Ele nunca trabalhou nada. Não precisava aprimorar os fundamentos. Ele já nasceu com toda essa genialidade. Só era mais esquentado do que hoje (risos).
Geovani quer levar os filhos para o Vasco
Geovani fala com orgulho dos herdeiros. Geovani Filho, de 17 anos, e Andrei, de 15 anos, jogam futebol e sonham seguir o caminho do pai.
- Quero levá-los para treinar no Vasco. O Geovani Filho é volante. E o Andrei joga como meia e foi eleito o melhor jogador de um campeonato aqui. Os dois só não vão virar profissionais se não quiserem. Eles têm bola - garante.
Conhecido como exímio cobrador de pênalti, Geovani promete passar a técnica aos filhos. Ele ficou quase seis anos sem perder uma penalidade pelo Vasco.
- Vou ensinar a eles.
Até hoje Geovani guarda com carinhos algumas camisas da época do Vasco. Mas uma merece um lugar especial na coleção.
- A camisa de 82. Foi o meu primeiro título pelo clube e tinha acabado de chegar. Foi especial. Só tenho boas recordações do Vasco. Foram dez anos no clube e jogando com craques como Roberto Dinamite, Romário, Edmundo. Além disso, a rivalidade com o Flamengo era ótima. Eles tinham um timaço. Era muito difícil vencê-los. A maioria dos jogadores dos dois times poderia ter estado na seleção.
Sobre a carreira, Geovani só lamenta ter trocado o Vasco pelo Bologna, da Itália, em 1989. O meia perdeu evidência e acabou ficando fora da Copa de 1990.
- Foi o grande erro da minha carreira. Na época, o Eurico tinha me falado para eu sair apenas após a Copa de 90. Mas aí fui para um time na Itália em que os 11 jogadores jogavam atrás. Era muito difícil. A minha alegria foi meu filho mais velho. Ele foi feito lá, mas nasceu aqui.
(Thiago Lavinas Do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro)