segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Lucena fala em sair e diretoria promete reforço



O técnico da Tuna, Carlos Lucena, admitiu ontem o seu desejo de largar tudo e entregar o cargo à diretoria, após o segundo empate da Tuna no Campeonato Paraense. O resultado não foi bem aceito pela comissão técnica. Afinal, a sua equipe estava vencendo por 2 a 1 e, mesmo com um jogador a mais, permitiu o empate. Lucena diz que falta maturidade ao time, que arma boas jogadas, domina o adversário, mas peca pela inexperiência nas finalizações: ‘’Hoje (ontem), a vantagem era nossa. Podíamos ter ‘’matado’ o jogo antes do 15 minutos do segundo tempo e, como não fizemos, levamos o gol do empate e também muito sufoco’’. O treinador também chamou a atenção para as qualidades do adversário da Tuna: 'O Pedreira jogou muito e foi um jogo equilibrado. Vai ser assim todo tempo para nós’’, avisa o treinador.
Técnico da Lusa se sente pressionado pela imprensa e fala em largar tudo
As cobranças excessivas da imprensa durante o jogo deixou o técnico Carlos Lucena muito irritado, a ponto de desabafar após o empate: ''Não deixam a gente trabalhar direito é toda hora perguntando isso, aquilo, quem sai, quem entra, afinal, atrapalha o serviço. Acredito que lá nos grandes não é assim?”.
Reforços - de acordo com o supervisor de futebol João Bosco, a Tuna deve partir para reforçar a equipe e buscar jogadores mais experientes, entre eles Marcelo Capanema, 32, que estava jogando no futebol pernambucano. Capanema está treinando e o clube precisa de aproximadamente R$ 1.000,00 para pagar taxas de transferência. Dinheiro que, no momento, a Tuna não tem.
Da renda de R$ 4.570,00, deduzidas as despesas, sobrou exatamente R$ 362,06 para a Lusa. Do jogo de estréia para o de ontem, houve uma diminuição de público pagante. A baixa foi 247 pessoas.
(Fonte: Amazônia Hoje - 18/02/2008)

A ATAT (Associação dos Torcedores e Amigos da Tuna) já conseguiu, junto a seus colaboradores, parte da verba de R$900,00 para a transferência do jogador Marcelo Capanema que poderá fazer sua estréia já no próximo jogo da Tuna e com isso dar um pouco mais de experiência ao jovem time da Lusa.

Início de temporada sem vitória para a Tuna Luso

Após 3 jogos oficiais realizados nesta temporada de 2008, sendo 2 pelo campeonato paraense contra Tiradentes (0X0) e Pedreira (2X2) além de 1 pela Copa do Brasil contra o Coritiba (0X0), a Tuna Luso contabiliza agora 3 empates e a certeza de que precisa imediatamente de reforços em algumas posições se quiser chegar entre os 4 finalistas.
Repetindo a campanha do segundo turno do campeonato paraense de 2007, onde conseguiu muitos empates e poucas vitórias, a Tuna continua sem vencer jogos oficiais em 2008. Empatou novamente ontem com o Pedreira pelo placar de 2 a 2, pela segunda rodada da fase principal do Campeonato Estadual.
O resultado do jogo contra o Pedreira teve sabor de derrota para a Tuna pois vencia o jogo por 2 a 1, perdeu muitos gols e ainda teve um jogador a mais em campo quando cedeu à igualdade. Segundo o técnico Carlos Lucena, ao final do jogo, comentou que os times jogaram iguais e o resultado foi justo.
O time da Tuna, apesar de mais um empate, apresentou diante à sua torcida uma pequena evolução em relação ao jogo de estréia. Teve uma maior presença em campo, atacou muitas vezes, mas a falta de um líder em campo e a pouca experiência de alguns jogadores fez com que vários gols fossem perdidos, fazendo falta no final. O Pedreira fez uma boa partida, sobretudo depois do empate quando apertou o cerco e ainda teve um suposto pênalti a seu favor, que o árbitro Olivaldo da Silva Moraes deixou passar em branco.
O jogo iniciou morno e sem muitas emoções para os 516 pagantes (tinha mais de 1.000 pessoas no Souza!), tendo a Tuna melhorado um pouco após sofrer o primeiro gol, partindo para cima do Pedreira que acabou cedendo o empate e a posterior virada da Lusa. No segundo tempo o Pedreira recuou seu time e ainda teve o volante Euber expulso, ficando com um jogador a menos. Mesmo com a superioridade numérica e maior volume de jogo, os atacantes Lusos não souberam se aproveitar e acabaram cedendo o empate no final do jogo, através de Baiano, para alegria da pequena torcida do Gigante da Ilha presente no Souza.
A sorte não estava mesmo do lado Luso e no último minuto de jogo Hugo Deleon cruzou para dentro da área do Pedreira mas a bola passou por toda extensão da área sem que Robson Alex e Zé Augusto tocassem para dentro. Final Tuna 2 x 2 Pedreira.
FICHA TÉCNICA DO JOGO
TUNA: Jackson Souza; Hugo Deleon (Japonês), João Gomes, Alex Rava e Jonhy; Wilson, Jackson Braga, Pelezinho e Marcelinho (Fabinho); Índio (Zé Augusto) e Róbsn Alex. Técnico: Carlos Lucena.
PEDREIRA: Sérgio; Marcelinho, Júnior, João Paulo e John Bahia; Euber, Marlindo, Tité ( Júnior Moraes) e Três (Maurício); Diego Índio (Totó) e Baiano. Técnico: Almeida Cambalhota.
Cartões: amarelo - Alex Rava, Jonhy, Pelezinho (Tuna); Marcelinho, João Paulo e Marlindo (Pedreira) Cartão vermelho - Euber (Pedreira)
Árbitro: Olivaldo da Silva Moraes
Renda: R$4.570,00
Público: 516 pagantes
Gols: Pedreira 1 a 0, Júnior, 16' do 1º tempo/Tuna 1 a 1 Robson Alex, 27' do tempo/ Tuna 2 a 1 Robson Alex, 43' do 1º tempo; Pedreira 2 a 2 Baiano 28' do 2º tempo.

Copa do Brasil: Tuna 0 x 0 Coritiba








Visão de casa

Quem imaginava que a Tuna Luso daria adeus à Copa do Brasil no jogo de ontem à noite, contra o Coritiba-PR, caiu do cavalo. A Lusa não obteve uma vitória, mas garantiu o empate sem gols, o que deu ao time paraense o direito de decidir a classificação no jogo de volta, dia 27, no estádio Couto Pereira, em Curitiba.
Para chegar à próxima etapa da competição, a Águia terá de vencer ou mesmo arrancar um empate com gols. Um novo empate em 0 a 0 levará a decisão para os pênaltis. O time classificado pegará, na segunda fase, o vencedor de Maranhão e São Caetano-SP.
Como já era esperado, o público não compareceu ao Mangueirão. Apenas 1.125 torcedores pagaram ingressos. Prejuízo certo para a diretoria tunante, que só de aluguel de estádio terá de pagar R$ 10 mil.
O Coritiba começou a partida tomando a iniciativa do ataque. A Lusa se fechava, evitando de todas as formas as investidas do adversário. Mas o time paranaense precisou de criatividade em seu setor de meio-campo que desse velocidade ao ataque.
Apesar da disposição de ambos os lados, os goleiros apenas assistiam ao jogo no primeiro tempo. A partida ficou restrita ao setor de intermediária, com os times mostrando muita correria e pouco futebol.
Apesar de superior, a Águia do Souza levou um susto em lançamento para Henrique Dias. O goleiro Jackson se antecipou e evitou o gol.
A resposta tunante veio em lances concluídos por Marcelinho, após passe de Zé Augusto, e Fabinho, que em chute colocado quase abre o placar. O goleiro Édson Bastos, com a ponta dos dedos, afastou o perigo.
O Coritiba sentiu a pressão da Tuna, que quase marca aos 34 minutos. Jackson cobrou falta e a bola explodiu no travessão.
Goleiro tunante garante que deu a volta por cima e chora
O goleiro Jackson Souza, da Tuna, deixou o gramado do Mangueirão, ontem à noite, após a partida contra o Coritiba, chorando. Ele chegou a pensar em encerrar a carreira depois de passar por necessidades em seu ex-clube, o Remo.
"Lá no Baenão cheguei a passar fome. Fui incentivado a deixar de jogar futebol e procurar uma outra profissão. Mas decidi continuar apostando no meu potencial e hoje (ontem) pude ajudar a Tuna nesta partida", declarou o arqueiro, que não chegou a ser muito exigido pelo ataque adversário.
Contidas as lágrimas, Jackson avaliou a possibilidade de a Lusa chegar à segunda fase da Copa do Brasil no jogo de volta, em Curitiba, dia 27. "Acho que temos todas as condições de chegar lá e desbancar o Coritiba. Claro que vamos precisar jogar futebol, já que na casa deles vamos ter a pressão da torcida", observou o goleiro.
Enquanto Jackson era só choro, o técnico Carlos Lucena, para não fugir a regra, abriu mais uma vez o 'bocão', criticando aqueles que não apostavam no futebol tunante. 'Ouvi muita gente dizendo que nosso time seria eliminado logo nesse primeiro jogo. São pessoas que só pensam no pior para o nosso futebol, mas a nossa equipe foi guerreira e mostrou que não se vence de véspera e nem com nome. É preciso ter futebol', desabafou.
FICHA TÉCNICA DO JOGO
Tuna Luso: Jackson Souza; Hugo Deleon, João Gomes, Alex Rava e Johnny; Wilson, Jackson, Pelezinho e Marcelinho (Japonês); Índio (Zé Augusto) e Róbson (Fabinho). Técnico: Carlos Lucena.
Coritiba: Édson Bastos; Jeci Mauro, Maurício, Nenê e Pedro Ken; Veiga, Douglas Silva (Leandro), Henrique Dias (Renatinho) e Marlos; Rubens Cardoso e Léo (Matheus). Técnico: Dorival Júnior.
Local: Mangueirão
Renda: R$ 6.810,00
Público: 1.125 pagantes
Árbitro: Washington Alves de Souza (AM).
Cartões amarelos: Hugo Deleon, Alex Rava, Johnny e Wilson (Tuna Luso); Jeci Mauro, Maurício, Pedro Ken, Leandro e Rubens Cardoso (Coritiba).
(Fonte: Amazônia Hoje – 14/02/2008)

Opinião deles

Não foi a estréia dos sonhos, mas poderia ter sido pior. O Coritiba iniciou a sua caminhada na Copa do Brasil 2008 com um empate sem gols com a Tuna Luso-PA em Belém. Em um jogo no qual a torcida local não foi ao Estádio Mangueirão, o bom futebol também esteve ausente, e em alguns breves lampejos, o Verdão até poderia ter conseguido a vitória. Pelo menos por um gol.
Entretanto, os visitantes não conseguiram empurrar a bola para dentro do gol nas poucas chances criadas, sobretudo no primeiro tempo. As chances de conseguir vencer e eliminar a partida de volta em Curitiba ficaram ainda mais distantes no segundo tempo, quando a Tuna Luso cresceu no jogo, deixou de só se defender, e fez o goleiro Édson Bastos trabalhar, com direito a bola na trave.
Tuna Luso cresce e complica a partida
Sem se impressionar com o futebol mostrado pelo Coritiba, o técnico Carlos Lucena, da Tuna Luso, colocou a sua equipe no ataque no segundo tempo. É verdade que os primeiros 10 minutos foram todos do Verdão, mas depois disso os paraenses cresceram no jogo e equilibraram as ações.
Quando os donos da casa chegavam ao ataque e faziam o goleiro Édson Bastos trabalhar, o gol não saia e o Coxa logo partia para o contra-ataque, assustando o arqueiro Jackson Souza. Essa foi a dinâmica do segundo tempo em sua maior parte. A melhor chance da Tuna Luso veio aos 33 minutos, quando Jackson Braga cobrou falta e mandou uma bomba. A bola explodiu na trave.
Já o Alviverde teve uma única oportunidade mais clara de vencer já nos acréscimos, quando Pedro Ken bateu de dentro da área, e o goleiro da Tuna Luso fez uma grande defesa. Foi pouco, assim como o público: 1.199 pessoas presentes.
(Fonte: Gazeta do Povo)

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Estréia da Tuna Luso no Parazão 2.008



Hoje, com com a presença de um pouco mais de 1.000 torcedores no Souza, a Tuna Luso estreou no campeonato Paraense de 2.008. Na oportunidade, foi possível ver as obras da ATAT na arquibancada lateral, que estava praticamente lotada. Foi também, possível conhecer o novo uniforme para esta temporada, do fornecedor DITTZ, de Minas Gerais. Um uniforme muito bonito, que agradou os torcedores. No final da partida, um empate sem gols, sem desmerecer a equipe tunante. Na próxima quarta-feira, dia 13, a Tuna Luso joga com o Coritiba, pela Copa do Brasil.

TUNA joga em seu “Caldeirão”














Cruzmaltinos tentam vencer para justificar esforço para liberar o Souza
Depois de quase ser barrado de sediar a rodada de abertura do Campeonato Paraense, o estádio do Souza, da Tuna, vai ser o palco da estréia da Águia no Estadual, hoje, contra o Tiradentes, às 10h. Carlos Lucena, técnico tunante, sabe que a Águia entrará em campo como favorita, mas prefere confirmar o resultado com uma vitória. Já o Tigrão, que por pouco não se classifica à fase principal, quer mostrar que, apesar de não arranhar ninguém há muito tempo, manteve as garras afiadas. Os técnicos da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros que fizeram a vistoria no estádio tunante no meio de semana classificaram o Souza como parcialmente habilitado a receber a partida, o que implicou a redução da capacidade de público de 3.500 torcedores para 1.600 pessoas. A arquibancada dos fundos do estádio será isolada, pois ainda possui trechos que oferecem riscos a segurança do torcedor, como rampas de acesso que se encontram desgastadas. Em vista disso, a diretoria cruzmaltina colocará apenas mil ingressos à venda. O último jogo da Tuna no Souza por uma competição oficial ocorreu há quatro meses, pela Série C do Campeonato Brasileiro do ano passado, e terminou num empate de 0 a 0 com o Coruripe (AL), resultado que contribuiu para a eliminação da Lusa da Terceirona.

Gigantes do Norte X Futebol Feminino da Tuna

A domingueira no Souza começa às 9h, com a partida preliminar entre o time de futebol feminino da Tuna e o Gigantes do Norte, equipe de anões que fará a sua segunda exibição ao grande público no campo da Vila Olímpica. Se tudo correr bem neste jogo, partidas entre o Gigantes do Norte e convidados deverão anteceder os próximos jogos da Lusa no Estadual.

O time de anões terá: Telmo; Rafael, Ageu Sabiá, Capacidade e Ivan; Mineiro, Zéo, Anderson e Chimbinha; Wagner Love e Witch.

SERÁ QUE DÁ?

Mesmo desfigurada, Águia crê no sucesso.
“Todas as equipes são muito fortes, mas nós não ficamos atrás”, avisa o técnico Carlos Lucena, da Tuna, que mandará a campo hoje um time bem diferente daquele que foi vice-campeão paraense em 2007. Apenas o lateral-esquerdo Cassiá era titular na equipe que disputou as finais daquele campeonato com o Remo. Mesmo com um time jovem e sem estrelas, Lucena está otimista, especialmente porque a equipe deverá entrar em campo com a sua força máxima para faturar os três primeiros pontos no Campeonato Paraense. No coletivo apronto da última sexta-feira, o treinador fez a última mudança na equipe: sacou o meia Pelezinho, que manteve regularidade nos dois últimos treinos, e promoveu Flavinho, que se destacou ao marcar três gols durante o treinamento.

(Bola / Diário do Pará - 10/02/08)

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Lusa vai tentar acabar com 20 anos de 'fila'













As 'caras novas' formam 90% do grupo com o qual a Lusa vai tentar acabar com 20 anos de 'fila' pelo título estadual

Com elenco renovado 90% em relação ao plantel de 2007, a Tuna é uma incógnita no Campeonato Paraense. Apesar disto, a Lusa espera repetir a campanha anterior, quando conquistou o vice-campeonato e jogou de igual para igual contra Remo e Paysandu. Neste ano, sem os pratas da casa que carregavam o time, o técnico Carlos Alberto Lucena teve que correr atrás de novos valores. Ele garimpou um time recheado de caras novas, mas com muita vontade de brilhar. Com a saída do zagueiro Sérgio - foi para o Castanhal - João Gomes (zagueiro) e Cassiá (lateral) são os únicos remanescente da temporada passada. O tempo vai dizer se a Águia acertou na renovação.
A folha salarial da Tuna é de aproximadamente R$ 32 mil. O presidente Marcos Moraes entende que o clube não tem condições de pagar salários altos. Segundo ele, as despesas não poderão passar deste valor. Além disso, o clube possui poucos patrocinadores. O valor dos salários varia. Vai de R$ 1.200 a R$ 400. O salário de Carlos Lucena, de acordo com fonte lusa, é R$ 2 mil.
Carlos Lucena, 52 anos, lembra de 1988, quando a Tuna conquistou pela última vez o Parazão. Ele defendia o Santa Rosa, logo após ter deixado a Lusa. Vinte anos depois, Lucena tem a responsabilidade de comandar a Águia rumo ao título. Sem medo, o treinador afirma que não vê a hora de o campeonato começar. ‘’O campeonato já deveria ter começado. Estamos trabalhando quase 90 dias e vejo o pessoal mofino pela demora de correr atrás da bola, pois treino é treino e jogo é valendo três pontos’’, ressalta.
Sobre o que a Tuna pode fazer no campeonato, Lucena diz que seu time vai cumprir o papel de candidato ao título. ‘’São todos favoritos ao título. Ninguém é diferente do outro. Agora têm aquele time melhor preparado com poder de compra maior, como é o caso de Paysandu e Remo, mais isso não dá medo ninguém. Vamos incomodar os grandes. Seremos igual ao bem-te-vi. Vamos bicar muita gente’’, assegura.
Indagado sobre a possibilidade de o jovem elenco não suportar a pressão do Estadual, Lucena afirma que isto não vai acontecer. ‘’O time é jovem, mas possui jogadores experientes como o João Gomes, Alex Rava, Jackson e Cassiá, que dão o embasamento para a equipe. Vamos entrar pra disputar o título’’, avisa.

HISTÓRIA
A Tuna foi campeã paraense pela última vez em 1988. São 20 anos de jejum. O time daquele ano foi dirigido pelos técnicos Miguel Cecim (oito jogos) e Fernando Oliveira (17 jogos). A equipe base foi Jurandir; Jair, Belterra, Luiz Otávio e Jango; Edgar, Dema, Sanauto e Vicente (Ageu); Cabinho e Luiz Carlos (Gil Mineiro). A campanha lusa incluiu 25 jogos, sendo 14 vitórias, 10 empates e uma derrota para o Remo. O título foi ganho sobre o Paysandu, que não compareceu ao local do jogo para enfrentar a Águia.
Desde então, a Tuna vem batalhando para quebrar o tabu que já incomoda. Ano passado o time chegou perto. Carlos Lucena põe muita fé na juventude Lusa, cuja média de idade é de 22 anos. O mais novo jogador e Dudú, com 17 anos. O volante Jackson Braga, com 30 anos, é o mais velho do plantel.
Deleon tem novo lar
O lateral-direito Hugo Deleon, 21 anos, escolheu a Tuna para ser a sua futura ponte aérea. Ele sonha com o futebol tipo exportação, com apoio do empresário Osmar Leiva, que cuida da sua carreira. Revelado nas divisões de base do Pinheirense, de Icoaraci, o lateral chegou ao Paysandu em 2000.
Hugo Deleon disputou duas taças São Paulo de juniores, em 2005 e 2006. Jogou ao lado de Evandro, Anderson, Sílvio, Rafael Vieira, Wellington, Daniel, Felipe Pintinho, Felipinho. Rodrigo Félix e Rafael Oliveira. Destes, apenas Daniel, Rafael Oliveira e Vieira ainda estão na Curuzu. Hugo estava vinculado ao São Raimundo, de Santarém. Mas mediante a acerto com o diretor de futebol Sandcley Monte, rescindiu contrato para assinar com a Tuna, onde diz que sente-se muito bem, recebendo toda a confiança do técnico Carlos Lucena.
O lateral chegou na hora certa para o time, que tinha apenas o garoto Cléber, do time sub-20, para a posição. ‘’Quero meu espaço no time e vou brigar por ele. Nada de acomodação. Preciso mostar o melhor para poder pensar no futuro', diz. Lucena até brinca com Hugo, que está sendo alvo da mídia. ‘’Lá no Paysandu, ele não aparecia, mas aqui é todo mundo querendo fazer matéria com ele. Ainda falam que a Tuna não dá Ibope’’.

(O Liberal - 08/02/08)

Ninho da Águia é liberado











http://www.youtube.com/watch?v=u5tGfqD1-Xc
ALEGRIA, ALEGRIA!

Estádio Francisco Vasquez é liberado para os jogos da Tuna.
Os técnicos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, após vistoria, liberaram o estádio Francisco Vasquez (Souza) para receber o jogo de estréia da Águia no Estadual, no próximo domingo, às 10h, contra o Tiradentes. O técnico Carlos Lucena comemorou a habilitação da praça de esporte, ainda que parcial, já que a Tuna não tem caixa suficiente para bancar o aluguel do Mangueirão, onde teria de jogar se o Souza não fosse aprovado. Para domingo estarão à venda 1.600 ingressos, quantidade de público liberada pela vistoria. O tenente-coronel Edvaldo Sarmanho, da Polícia Militar e o tenente-coronel Carlos Daniel, do Corpo de Bombeiros, , afirmaram, durante a vistoria, que a diretoria da Lusa eliminou todas as pendências apontadas pela PM, localizadas, principalmente, nos pontos de acesso ao Estádio mas ainda precisará realizar reformas em sua arquibancada dos fundos, onde o torcedor ainda está sujeito a perigos como fiação exposta e sistema de guarda-corpos desgastado, além das rampas de acesso a essas arquibancadas, com excesso de limo e precisando de lavagem e receber reforma. Nesta manhã, a Tuna fará coletivo apronto para encarar o Tirandentes. Carlos Lucena poderá contar com o lateral-direito Hugo Deleon, que deverá ser confirmado com a camisa 2 da Águia. O zagueiro João Gomes, deverá entrar como titular no coletivo desta manhã.
Provável time da Tuna para domingo:
Jackson Souza; Hugo Deleon, João Gomes, Alex Rava e Cassiá; Jackson Braga, Wilson, Marcelinho e Pelezinho; Euber e Welington.
(Bola - Diário do Pará - 08/02/08)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

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O maior tesouro da Tuna é a sua torcida!



ALANA, da Tuna, é a vencedora do Rainha Teen













Concurso Teen do Rainha das Rainhas do carnaval foi vencido pela candidata Alana Escudeiro, da Tuna Luso.

Beatriz e Alana eleitas rainhas mirim e Teen
Com direito a passarela para desfile, torcidas animadas, coreografia e prêmios, foi realizado, no dia 31, no Gold Mar Hotel, em Belém, a 19ª edição do concurso Rainha das Rainhas Mirim e Rainha das Rainhas Teen do Carnaval. No primeiro, concorriam meninas com idades entre 5 e 10 anos e, no segundo, adolescentes de 11 a 15 anos. As vencedoras, em cada categoria, foram Beatriz Damasceno, de 9 anos, representante da loja Porão Informática, e Alana Escudeiro, de 11, da Tuna Luso Brasileira.

As vitoriosas, Beatriz e Alana, desfilaram, respectivamente, as fantasias 'Belezas do Pará' (criação dos estilistas Florbela Noronha e Evandro Noronha) e 'As encantadas' (de Nildo Calandrini). O evento é uma promoção da Faísca Produções & Eventos e tem patrocínio das Organizações Romulo Maiorana (ORM). Podiam participar candidatas de clubes, empresas, escolas, representantes de municípios e também candidatas avulsas, por ser o certame aberto ao público. As rainhas em cada categoria recebem como prêmio uma viagem com acompanhante para Fortaleza, oferecida pela agência Aspen; jóias da Fábio Jóias; bolsas de estudo do Centro de Danças Ana Unger e da Cultura Inglesa; além dos troféus e faixas. O corpo de jurados, que teve como presidente a jornalista de O LIBERAL Yáskara Cavalcante, apreciou, entre outros, os quesitos fantasia, beleza e desembaraço/coreografia.
Segundo o promoter Edson Faísca, quase todas as meninas que participam das versões jovens acabam se tornando rainhas, princesas e candidatas no concurso adulto. A primeira que se tornou Rainha das Rainhas foi Carolina Venturieri, eleita em 1996. Outro exemplo é Maria Lúcia Azeredo, de 20 anos, que acabou como quarta princesa no concurso deste ano, pela Tuna. Ela fez uma apresentação especial ontem à noite. Antes do concurso foi realizada uma homenagem especial à jornalista Elanir Silva, a Lana, falecida no final do ano passado e que presidiu o júri do concurso durante quase 20 anos. Este ano, ela foi substituída por Yáskara Cavalcante.