terça-feira, 14 de abril de 2009

Domingo é dia de regata na baia de Guajará



COLUNA DO MAURO BONNA
Diário do Pará

A empresária Gilmara Andrade, titular do Armazém Sofisticatto, é a mais nova aquisição da equipe de remo da Tuna. Aliás, neste domingo haverá regata em frente a Estação das Docas.

fonte: Diário do Pará - Edição de 14/04/2009.

5º Seminário Internacional da Imigração para o Brasil


Divulgamos texto do e-mail recebido em 13/04/09, enviado pelo colaborador Joao dos Santos Vaz Pisco conslusopa@ig.com.br , sobre a realização do 5º Seminário Internacional da Imigração para o Brasil, em Belém do Pará, como se segue:
"Prezados associados, Entre 21 e 26 de setembro Belém sediará o 5º Seminário Internacional da imigração para o Brasil, o evento se chamará: "Entre Mares: O Brasil dos Portugueses"
Estas informaçoes foram repassadas ontem por ocasião da Reunião do Conselho da Comunidade Luso Brasileira no Pará pelos professores: Nazaré Sarges e Otaviano que fazem parte do Departamento de história da UFPA.
Apesar do Seminário ser restrito a pesquisadores, haverá uma grande exposição sobre Brasil e Portugal bem como palestras para a comunidade.
Vocês já podem encontrar alguma coisa no endereço: www.ufpa.br/cma
Os Professores citados pedem aos Portugueses e Luso decendentes que se tiverem documentos, fatos fotos, etc que puderem dispor para a exposição o façam servirei como intermediador.
Divulguem, ajudem a escrever nossa história
Jorge Lucas Fleury"

Outras fontes deconsulta:



quinta-feira, 9 de abril de 2009

Assim como cá, parece que as suspeitas também acontecem por lá!!!

Portuguesa confirma denúncia de suborno e diz que tem provas


Zagueiro da Ponte só falará sobre polêmica na semana que vem

O jogo: Santos vira partida dramática contra Ponte e está nas semifinais
SÃO PAULO – A Portuguesa lavrou boletim de ocorrência e protocolou no TJD (Tribunal de Justiça Desportiva) as provas de um suposto suborno ao zagueiro Jean, da Ponte Preta. Ele teria recebido R$ 20 mil para ajudar o Santos na partida contra a Macaca, domingo passado, que terminou com vitória santista por 3 a 2. O resultado classificou o Santos e eliminou a Portuguesa do Campeonato Paulista.
Santos, Ponte Preta, Campeonato Paulista

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Participe do blog da ATAT

Gostariamos de poder contar com a sua opinião e colaboração neste blog. Participe e envie sua matéria para: gerardo.monteiro@gmail.com
Boa sorte e sucesso a todos!

FUTEBOL DE BOTÃO, FUTEBOL DE MESA OU CELOTEX















O futebol de botão, também conhecido como futebol de mesa ou Celotex, é um jogo simulado de futebol praticado com botões apropriados, que, de certa forma, representam os jogadores e são movidos com o auxílio de uma palheta; é praticado como um "passatempo" e como competição.

O futebol de botão, também conhecido como futebol de mesa ou Celotex, é um jogo simulado de futebol praticado com botões apropriados, que, de certa forma, representam os jogadores e são movidos com o auxílio de uma palheta; é praticado como um "passatempo" e como competição.

De acordo com o Banco de Dados Folha [1], o futebol de botões foi inventado em 1930 pelo brasileiro Geraldo Décourt.



eskanteio -DESAFIANDO(futebol de botão online)
- O maior site de Futebol de Mesa do Brasil (Site informativo sobre o esporte)
Futebol de mesa (Site com fotos)

O CELOTEX jogado em Belém do Pará, o único estado que se pratica o CELOTEX, parece que quanto mais aparece as dificuldades, falta detempo e o número reduzido de botonista e Clubes, nós, botonista, damosmais valor ao nosso querido esporte, primeiramente pela dificuldade deum botonista ter um time, pois em Belém, só existe um fabricante, oseu Ruy Barros, com suas ferramentas improvisadas e adaptadas para afabricações dos botões,
bolas, palhetas e goleiros, e porque não astraves, que agora ele fabrica de PVC, sem falar na falta de apoio dospróprios Clubes.

Escrevo essa Coluna para o mês de Junho com muita tristeza e amargura no meu coração, pois vejo hoje o Celotex caindo pelas ladeiras, para vocês terem uma ideia, o campeonato paraense de Celotex já contou com mais de vinte Clubes, vou citar alguns do meu tempo, comecei a jogar em 1969, tinham vários, como o Clube do Remo, Paysandu, Tuna Luso Brasileira, Santa Cruz, Bancrevea, CSSA, Bangu, Sacramenta, Icarai, Imperial, Astro, Rodoviário, Vasco da Gama, Coral, Cometas, Estoril e outros que não me lembro agora, times famosos que deixaram saudades como esse do Clube do Remo, Amiltom, Ailton, Ledo, Ruy Barros, Luis Nunes, Ledo e Botelho, o do Paysandu com Plínio, Hélio Cardoso, Jorge Costa, Mourãozinho, Argemiro França, esse do Santa Cruz, com Ailton, Bahia, Batista, Miro, outro do Remo, com Ruy Barros, Botelho, Celio França, Bibi, o CSSA com Guilherme, Ferreirão, Ailton, Batista, Luis Olavo e Ledo, o da Tuna com Batista, Ferreira, Luis Nunes, Cândido, Ailton, outro do Remo com José Viana, Celio França, Bibi, Geraldo França, Ruy Barros e Batista, assim vai, tinha também um time que jogavam só a garotada, como o Icaray, tirando o dono do time que era o velho Bechara, o resto era só garoto, Tati, Nery, Manoel, Tany, a mesa era na casa do Bechara, treinavam todo dia e toda hora, muita saudade também da Tuna Luso na Rua da Quintino Bocaiuva, do saudoso sanduiche de leitão com guaraná depois do treino, nessa época eu jogava no Juvenil da Tuna ( 1969 ), o timaço do CSSA, bi-campeão de 1971/72 ou 72/73, não estou bem lembrado, depois dos jogos, tinha muito Room Montilla com pastel de carne na beira da piscina ou os titulos que o Paysandu ganhava com os meus amigos Plínio e Helio Cardoso, muita cerveja e bolinhos de Bacalhau, uma verdadeira fartura, ou no Santa Cruz, quando campeão, saia muito tira gosto e muitas grades de cerveja, lá no bairro da Pedreira, o tri-campeonato do Bancrevea com um time de craques como Miro, Ailton, Batista, Guilherme e Ventania, era garrafa de Vinho e fartas fatias de salame com queijos do marajó, agora mesmo, soube por um amigo do Celotex, pois estou a quase um ano afastado das mesas, que o Torneio Inicio de Celotex não deram nem Troféu aos campeões, nem medalhas e nem premio, outra coisa que não se ve mais no Celotex, são as notas dos jogos nos Jornais de Belém do Pará, antes saia numa pagina inteira com fotos grandes e lances das partidas, hoje sai uma notinha que você tem que ve com lupa, as salas dos jogos ficavam lotadas de botonistas e torcedores, era um barulho muito grande, hoje não dá mais de cinco torcedores e mais os dois times, não vejo mais aquela amizade sincera nos botonistas depois dos jogos, são gozações maldozas e que afasta as pessoas do esporte tão querido do nosso Pará, para voces terem uma ideia, o campeonato de Celotex de 2008, estão participando 4 equipes, assim mesmo porque o Estoril pertence ao Imperial, além dos dois mais o Remo e Paysandu, antes no mesmo domingo, os torcedores e amantes desse esporte, ficava indeciso, pois no mesmo domingo jogavam Remo x Santa Cruz na mesa do Remo e na Mesa do CSSA, jogavam CSSA e Paysandu e tinha ainda Tuna x Icaray, todos os jogos com casa cheia, agora diminuíram as mesas, trocaram as bolas de lã por borracha, botão de madeira por PVC, goleiro de acrílico, e nada contribuiu para o crescimento do Celotex, ultimamente perdemos logo de cara o São Domingos que tinha voltado as mesas, depois o Cometa, por ultimo agora o Astro, pelo andar da carruagem, para o ano que vem teremos menos times ainda, espero que esteja errado, paro agora e fico aqui torcendo pelo CELOTEX.


Prática do CELOTEX em Belém do Pará.

O Galo não quer mais cantar com a bola

Marinho - Fase negra do futebol paraense deixa o ídolo da torcida desgostoso
TYLON MAUÉSDa Redação

Não é raro ouvir nos treinos de Remo e Paysandu os torcedores reclamarem de cruzamentos errados feitos por laterais. Muitos deles lembram dos cruzamentos de Marinho: a bola sempre tinha como endereço a cabeça dos atacantes. Junto com Abel e Mesquita, Mário Assunção de Carvalho é o único jogador que foi campeão estadual pelos três grandes da capital. Em 1970 pela Tuna Luso; 1974, 75, 77, 78 e 79 pelo Leão; e em 1984, pelo Papão. Titular do Remo na maior parte da década de 70, no time cantado em verso e prosa pelos torcedores como o melhor de todos os tempos no Baenão, ainda hoje Marinho é lembrado como exemplo de excelência na lateral-direita.
Quando chegou ao Baenão em 1974 com 22 anos, o Marinho, apesar de ter sido campeão paraense pela Tuna Luso dois anos antes, ainda era uma promessa. Ele chegou para suprir a lacuna deixada pela saída de Aranha. No Evandro Almeida, disputava a camisa dois palmo a palmo com Rosemiro, que chegou à seleção brasileira olímpica. O caminho ficou, enfim, livre em 1975, quando o concorrente foi para o Palmeiras/SP.
Mas um dos momentos mais marcantes na carreira de Marinho no futebol paraense foi com a camisa do Paysandu. Em 1983, no primeiro dos dois anos em que esteve na Curuzu, ele marcou o gol da vitória de 2 a 1 no Re-Pa decisivo do primeiro turno. Na comemoração, saiu em disparada, mas não para o banco de reservas do Paysandu, e sim para o do Remo, onde desferiu um chute no então diretor de futebol do adversário, Roberto Macedo, desafeto e supostamente um dos responsáveis pela sua saída do Baenão. 'Me arrependo bastante. Foi uma besteira. Fui punido e, felizmente, depois, pude me desculpar com o doutor Macedo', lembra o Galo Velho, apelido dado pelo então capitão azulino José Dultra dos Santos.
Assim como gosta de lembrar dos momentos vividos no Remo e no Paysandu, Marinho tem predileção especial quando recorda dos dois anos nas Laranjeiras, quando defendeu o Fluminense, e do começo de carreira no Souza, pela Tuna. No Tricolor do Rio, ele conquistou o Campeonato Carioca de 1980 ao lado de jogadores como Delei, Edinho e Cláudio Adão. Na Lusa, foi o começo de carreira e o excelente time campeão paraense de 1970. 'A maioria tinha acabado de subir da base. Fefeu, Leônidas, Mesquita e Eu. Era um time muito bom. Éramos os ‘Coelhinhos do Aloízio Brasil’, como nos chamavam na época', lembra Marinho, que garante até hoje ser torcedor cruzmaltino.
Hoje em dia, a carreira de treinador foi deixada de lado. Segundo ele, a falta de prestígio dos técnicos locais com os dirigentes é algo desanimador. Marinho não faz planos para um dia voltar ao futebol, mas garante que não é uma porta que se fechou. 'O pior dia para um ex-jogador é o domingo, quando dávamos show. Nesses dias, bate uma saudade enorme dos gramados', conta. Confira mais na entrevista a seguir.
Anos 70
A gente comentava que não precisava de treinador. Nós nos conhecíamos muito e o time tinha muita qualidade. Quando a gente se reúne hoje em dia, comentamos como era boa aquela época, de como o elenco era cheio de gente boa. Os nossos adversários também eram bons. Paysandu e Tuna também tinham times excelentes.
Travessias
Na época, era muito polêmico trocar de time (entre Remo e Paysandu). Quando éramos convocados para a seleção paraense, recebíamos ordens de não conversar com o pessoal do Paysandu. Acho que eles também recebiam a mesma ordem. Mesmo assim, a gente conversava bastante. Os dirigentes pediam, inclusive, para que os jogadores nem passassem na frente da Curuzu. Quando troquei o Baenão pela Curuzu foi muito difícil. Eu tinha uma história no Remo, mas a proposta do Paysandu foi muito boa.
Chute
Tive um atrito com o Roberto Macedo (ex-diretor de futebol do Remo). Foi no lance do gol meu de cabeça. Por incrível que pareça, pelo Remo eu nunca fiz gol contra o Paysandu. Daquela vez, eu marquei o da vitória do primeiro turno (2 a 1). É uma coisa que me arrependo muito. Criei um tumulto e nem gosto de lembrar. Minha filha viu certa vez a imagem e disse: ‘Pai, você fez besteira’. Felizmente, tive oportunidade de pedir desculpa ao doutor Macedo. Hoje eu não faria aquilo, com certeza. A repercussão foi enorme. Chegou a sair no Jornal Nacional e eu levei 50 dias de suspensão.
Assistências
Sempre tive facilidade de bater na bola, mas eu treinava muito. Quando a gente conversa com o pessoal das antigas, comenta-se que hoje em dia os jogadores passam mais tempo nas academias do que em campo. Tinha que ser o contrário. É no campo que se aprende a bater na bola e aperfeiçoar a técnica. Na época, fazíamos até três coletivos por semana.
Patrocínio
Naquela época, nem patrocínios tínhamos, ao contrário de hoje. Os dirigentes tiravam dinheiro do bolso para ajudar nos pagamentos. Hoje em dia, com tanto patrocínio, não se consegue montar times bons. Atualmente, quase nem vou ao campo.
Rivalidade
Ainda hoje o pessoal brinca comigo nas ruas, pedem para eu voltar. Eu digo que se me dessem um mês, eu voltaria. Fico muito feliz com isso. Sou fã demais das torcidas de Remo e Paysandu. Os times não têm feito muito por elas.
Galo Velho
Isso é coisa do Dultra. Ele apelidava todo mundo. Ele era o Sapão. O Dico era o Buru. Pegou e hoje todo mundo me chama assim.
Fluminense
Desde muito novo sonhava em jogar no Rio de janeiro. Eu namorava ainda com minha esposa. Eu dizia a ela que um dia iríamos morar no Rio. O Joubert Meira e o Paulo Amaral foram muito importantes para minha ida para o Fluminense. Eles haviam treinado o Remo e me conheciam. Então, lembraram do meu nome quando o clube estava à procura de um lateral-direito. Fiquei feliz demais. Foi um sonho que se realizou. Eu já havia jogador no Maracanã pelo Remo quando vencemos o Flamengo por 2 a 1, em 1975. Pelo Fluminense, estreei lá em 1980, contra o Atlético/MG. Perdemos por 2 a 1. Mas era um timaço também, com Cerezo, Reinaldo e Éder.
Atacantes
Aqui no Pará o maior foi o Lupercínio. Era um ponta muito difícil de ser marcado. O Paysandu teve o Da Costa, que também era muito difícil de se marcar. No futebol nacional teve o Edu, Éder, Lula (Internacional), Joãozinho (Cruzeiro), jogadores que eram muito bons. Vivemos uma época de pontas de habilidade.
Técnicos
Tive, nas divisões de base, o Valdir Ribeiro, Artur Vicentine e Aloízio Brasil. Foram importantes demais. Me deram conselhos que foram úteis em minha carreira. Depois, o Joubert Meira e o Paulo Amaral, no Remo, com muitos treinos específicos para o lado direito.
Diretoria
Tínhamos (jogadores) uma facilidade de relacionamento porque nosso presidente morava bem em frente ao Baenão. Tínhamos um bom respaldo. A comunicação com os dirigentes era muito boa. O Dultra, o nosso capitão, de um jeito que nem existe mais, era o interlocutor. Ele nos cobrava e cobrava os dirigentes.
fonte: O Liberal - Edição de 15/03/2009